23
jan

Seu bebê entende tudo




Pesquisas recentes indicam que, desde muito novas, as crianças têm uma compreensão da realidade mais apurada do que imaginamos. Descubra do que são capazes, em cada fase.

Quantas vezes você já se pegou perguntando o que passa pela cabecinha do seu filho? Bem-vinda a um clube que não é exclusivo de mães. Também cientistas, pedagogos e outros especialistas em desenvolvimento infantil se colocam essa questão e, a cada ano, somam descobertas surpreendentes para quem tende a achar que o bebê vive em um mundo próprio, alheio ao que se passa ao redor. Essas pesquisas desvendam a mente maravilhosa das crianças e dão pistas valiosas para você entender e estimular seu pequeno.

Até 3 meses

Desde os primeiros dias, o bebê presta atenção em palavras e padrões de frases. Mesmo sem compreender o que é dito, em pouco tempo consegue captar o sentido de uma mensagem pelas entonações e expressões faciais que a acompanham. “E logo estará respondendo a elas com uma comunicação não-verbal, que se estabelece por sorrisos e olhares quando os pais se aproximam, ou diante de um estímulo, como uma música”, explica o neuropediatra Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo.

No primeiro mês, seu filho já reconhece as pessoas da família e reage às gracinhas. Entre o segundo e o terceiro, desenvolve um tipo de choro para cada situação e está bem consciente da importância da mãe para seu bem-estar – por isso, põe a boca no mundo quando fica só. A linguagem se desenvolve com rapidez e, no final desse trimestre, ele começa a emitir os primeiros sons, dando início a uma forma rudimentar de diálogo.O fato de não falar não significa que a criança não entenda boa parte do que dizemos. “E está mais do que provado que conversar com o bebê favorece o desenvolvimento intelectual e emocional”, diz Célia Terra, professora de psicoterapia infantil da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

O primeiro benefício é a estimulação da própria fala e, intuitivamente, as mães são boas nisso, como mostra um estudo da Universidadede Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, nossa mania de exagerar na entonação e esticar as vogais ao falar com o pequeno ajuda-o a perceber as variações de sons e a separação entre as palavras. “Além de investir na clareza da pronúncia, outro bom estímulo é nomear ações, partes do corpo e objetos, apresentando-os de forma simples à criança desde os primeiros meses de vida”, ensina a pedagoga Gabriela Felício, professora de educação infantildo Colégio Visconde de Porto Seguro, em SãoPaulo. Vamos lá, mãe: “Bo-la...”

De 3 a 6 meses

Seu pequeno está muito mais observador no início desse trimestre e ensaia as primeiras tentativas de imitar as pessoas ao redor. Ele também expressa melhor as emoções e dá um salto na capacidade de compreensão. “É hora de, suavemente, começar a impor alguns limites, dizendo ‘não’ sempre que necessário”, afirma Andrea Patapoff Dal Coleto, doutoranda de psicologia educacional da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas. Diferenciar êxitos e fracassos é outro avanço importante no período. “A mãe deve ficar atenta e aproveitar todas as oportunidades de elogiar, quando o filho se supera”, aconselha Andrea.

Na linguagem, também há o que comemorar. Com 4 meses, seu filho identifica o próprio nome e entende quando é chamado. E, aos 5, reconhece as vozes das pessoas próximas. É o momento em que ele começa a notar a presença de estranhos e, dependendo do seu temperamento, pode até ficar com medo. Ligadíssimo no tom da voz dos adultos, muitas vezes chora se percebe que alguém fala com ele de maneira dura. É preciso cuidado para não magoar seus sentimentos.

Mas, não é só no campo da linguagem que a turminha surpreende. Também a matemática está no radar dos pequenos dessa idade. Um trabalho realizado no Departamento de Psicologia da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, revelou que, pelo quinto mês, os bebês têm noção de quantidade. Para chegar a essa conclusão,os pequisadores usaram um teatro de fantoches. E, de vez em quando, tiravam dois bonecos de cena. A cada mudança, a plateia mirim reagia como se houvesse algo errado e redobrava a atenção no espetáculo.

Outra investigação – feita por uma equipe da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos – comprovou que os bebês também conhecem algumas leis básicas da física. Prova disso é que demonstraram estranheza ao ver uma caixinha se deslocar no ar, sem apoio, em vez de cair, e ficaram intrigados com um objeto que desaparecia em um lugar e reaparecia em outro, sem movimentos de transição. Na interpretação dos cientistas, é essa noção que ajuda a criançada a calibrar os movimentos, evitando muitas quedas e colisões.

De 6 a 12 meses

É nessa fase que surge uma compreensão dos sentimentos alheios. Por pura empatia, seu filho pode derramar lágrimas ao ver outro bebê chorando ou tentar consolar, à sua maneira, alguém que esteja triste. Ao que tudo indica, ele possui, também, um senso de justiça. As evidências vêm de um estudo da Universidade de Yale. Nele, os pesquisadores colocaram crianças de 9 meses diante de uma série de desenhos animados, nos quais um personagem sempre passava a perna no outro. No final, elas deviam escolher o boneco de um dos dois para brincar. Resultado: nenhum dos bebês do grupo quis ficar com o malvado da história.

Entre 8 e 10 meses, seu filho pronuncia monossílabos,como “mã” e “pá”, reconhece a própria imagem no espelho e compreende o significado de alguns gestos, que tenta repetir, como bater palmas para sinalizar contentamento, balançar a cabeça quando não quer alguma coisa e dar tchau. Em outras palavras: ele está antenado em tudo que os pais fazem e tentará copiar as atitudes que presencia. Por isso, fique alerta aos exemplos que fornece e seja coerente ao impor limites. Apesar de tantos avanços, não pense que, de agora em diante, bastará explicar as coisas verbalmente. “Se a criança pega o controle remoto, a melhor medida é tirá-lo das mãos dela com gentileza e guardá-lo em um lugar mais alto, enquanto diz que aquilo não é brinquedo. E não vale voltar atrás dali a alguns dias, caso o incidente se repita”, ensina Andrea.

De 1 a 2 anos

Eles já têm senso de humor e se divertem com caretas e imitações. Por volta de 1 ano e meio, pronunciam algumas palavras completas, começam a criar frases curtas e referem-se a si mesmos na terceira pessoa – chamam-se de “o bebê” ou “o João”. Seu filho também já entende o significado de expressões relativas ao espaço físico – como “em cima” e“embaixo” –, além ter algumas noções de causa e efeito, como saber de antemão que, caso vire o copinho com o suco, o líquido irá se derramar e poderá molhá-lo.

Com uma capacidade de concentração mais apurada,consegue acompanhar histórias curtas. Então, se ainda não o fez, aproveite para apresentá-lo aos primeiros livros, cultivando desde já o prazer da leitura. Prepare-se, também, para lidar com algumas teimosias. Nessa idade, a criança tem bastante vontade própria e demonstra seus sentimentos com mais força. Mas, isso não precisa se transformar em sinônimo de confronto.O segredo é combinar a negativa com possibilidades de escolha. Então, se ele pegou um livro para brincar, negocie: “Este livro é da mamãe, mas você pode ficar com um desses dois, que são seus”.

Por em prática seus talentos diplomáticos vale a pena. “Oferecer as escolhas certas é uma forma de colocar limites e um incentivo à autonomia, à medida que estimula o bebê a tomar as primeiras decisões”, diz Andrea. O senso de justiça e a empatia, característicos de fases anteriores, continuam sendo aprimorados nessa etapa, garantem os cientistas. E uma pesquisa realizada na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, com 50 bebês de 15 meses, não deixa dúvidas sobre isso: todos os pequenos se mostraram indignados com uma divisão desigual de guloseimas!

Outro experimento, levado a cabo pelo Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, na Alemanha, por sua vez, constatou que crianças de 18 meses entendem quando alguém precisa de ajuda. A prova? Gentilmente, elas tentaram puxar a porta para um adulto que estava com as mãos ocupadas e não conseguia abri-la. E você ainda duvida que seu fofo sabe das coisas?

Ops! Cuidado com o que diz

Seu bebê é muito esperto, mas nem por isso entende figuras de linguagem e outras sutilezas. Portanto, ainda que esteja nervosa na hora de uma bronca, policie-se para não dizer coisas como: “Você só me dá dor de cabeça” ou “ Você só faz isso para me irritar”. “Esse tipo de acusação leva a criança a se sentir culpada e, com o tempo, pode abalar a autoestima dela”, alerta a psicoterapeuta infantil Célia Terra, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Outro cuidado importante é nunca negar os sentimentos e as percepções do filho. “Se ele cair e chorar, em vez de dizer que não foi nada, diga que sabe que doeu e que vai ajudá-lo a se sentir melhor, lavando o machucado ou fazendo uma massagem”, ensina Andrea Patapoff Dal Coleto,doutoranda de psicologia educacional da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas.

 

Fonte: Bebê Abril >> http://bebe.abril.com.br/materia/seu-bebe-entende-tudo

 

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13
jan

Proteção solar para bebês




Entenda por que o uso do filtro é prejudicial nos primeiros seis meses de vida e saiba como proteger a criança do sol, sem comprometer a tranquilidade e a diversão das férias.

 

Com a aproximação do verão, a tentação de correr para a praia ou para a piscina é grande, mas será que os pequenos já são capazes de suportar as altas temperaturas? Para os especialistas, o ideal é evitar a exposição ao sol antes de o bebê completar meio ano de vida, já que somente a partir dessa idade o uso do protetor solar é liberado.

A recomendação – da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve-se ao fato de que, por ser mais fina, sensível e permeável, a pele do bebê que ainda não completou seis meses está sujeita à intoxicação pelas substâncias químicas dos fotoprotetores.

Alternativas

De acordo com a coordenadora de pediatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Silmara Cestari, a fotoproteção dos recém-nascidos precisa ser garantida por chapéus e roupas apropriadas, como as de algodão e linho, preferencialmente em cores claras. A médica destaca que, no mercado brasileiro, já é possível encontrar peças feitas a partir de um tecido que diminui significativamente a penetração da radiação solar. Segundo ela, o guarda-sol não serve como alternativa. “Ele não oferece proteção adequada, pois o reflexo do sol na areia e no piso da piscina também atinge a pele”, diz..

Para o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, autor do livro “Seu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses”, é importante que essas roupas não fiquem muito justas no corpo, de modo a facilitar a circulação de ar.

Verão dentro de casa?

A pediatra Filumena Gomes, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, afirma que não é necessário se trancar em casa com a criança para esperar as temperaturas baixarem – inclusive porque o sol é essencial para a síntese de vitamina D, responsável pela absorção e fixação do cálcio. Ela explica que, neste primeiro semestre, 10 minutos diários de exposição, antes das 10 horas ou após as 16, são suficientes.

Para Silmara, a exposição pode ir aumentando gradativamente, até chegar a 30 minutos por dia. No início, recomenda-se manter apenas as pernas fora da área sombreada. “Aos poucos, é bom expor, também, os braços e o tronco. A cabecinha deve se manter protegida”, ensina.

Todo cuidado é pouco

Segundo o dermatologista Marcos Bonassi, de São Paulo, a ocorrência de bolhas e queimaduras graves durante a infância eleva o risco de câncer de pele na vida adulta. A superexposição aos raios também acelera o processo de envelhecimento da pele e o calor predispõe os pequenos a problemas como brotoejas e desidratação.

Viagens de carro em dias muito quentes, por exemplo, demandam cuidados extras, especialmente se o veículo não possui ar condicionado ou se um dos passageiros não se adapta bem a ele. Realize paradas frequentes, evite a incidência da radiação no bebê, vista-o com roupas leves e ofereça bastante líquido a ele.

Indesejável coceira

“O calor e a umidade podem levar à obstrução dos dutos das glândulas sudoríparas, fazendo surgir pequenas pápulas avermelhadas, as famosas brotoejas”, informa Filumena. “Elas aparecem principalmente nos bebês e vêm acompanhadas de coceira.”

Para eliminar o incômodo, os especialistas costumam prescrever anti-inflamatórios tópicos, a ingestão de líquidos e a utilização de roupas leves. “Outras dicas são evitar locais quentes, úmidos e pouco arejados e refrescar o nenê com banhos frios ou mornos.”

Hidratar sempre

Assim como o corpo do adulto, o do recém-nascido precisa permanecer hidratado. A diferença é que o bebê troca mais calor com o ambiente, o que oferece o risco de desidratação, conforme esclarece Filumena. Mudanças comportamentais, como irritabilidade e apatia, podem ser sinais de que ele está desidratado – e que, portanto, você deve procurar ajuda profissional imediatamente. O corpo da criança costuma ter diferentes reações ao problema, tais como vômitos, diarreia, ausência de lágrimas durante o choro, afundamento da moleira, palidez, resfriamento dos pés e das mãos, ressecamento dos lábios e escurecimento da urina, que pode, ainda, apresentar odor forte.

O primeiro protetor

No segundo semestre de vida, as características da pele do bebê já se aproximam das do adulto. “Sua capacidade de eliminar as substâncias químicas presentes no filtro solar aumenta e, por isso, os pais já podem lançar mão do produto”, constata Barros.

A partir daí, é necessário atentar-se a detalhes referentes à composição dos fotoprotetores. As versões infantis, geralmente, não contêm substâncias com potencial alérgico, porém, é sempre bom checar o rótulo para se certificar de que o filtro é hipoalergênico.

De acordo com Filumena, os protetores destinados à faixa etária de seis a 24 meses são os físicos, encontrados na forma de creme, e que formam uma verdadeira barreira contra a radiação. “Somente após os dois anos é recomendado o uso de filtros químicos”, diz. O fator de proteção solar – muitas vezes representado apenas pela sigla FPS – deve ser, de preferência, entre 30 e 50. “Mas, o fator 15 já é eficaz”, atesta Silmara, que recomenda índices maiores quando o nível de exposição solar for mais alto, como em viagens de barco, por exemplo.

Vale destacar que, se o contato com a radiação for frequente ou prolongado, o produto tem que ser aplicado mesmo se a criança não estiver na praia ou na piscina.

Aplicação

Deve-se passar o fotoprotetor pelo menos 30 minutos antes da exposição solar, ainda sem roupa, para que não restem áreas desprotegidas. Entre as partes do corpo que merecem maior atenção, estão a face, o tronco e os membros. “É importante não se esquecer das orelhas, do pescoço e do dorso das mãos e dos pés”, ressalta Silmara. Para os lábios, a melhor opção, na opinião da especialista, é o protetor em bastão. A reaplicação precisa ser feita a cada hora ou quando houver longa permanência na água.

Mesmo que todas essas recomendações sejam seguidas à risca, os horários considerados mais seguros para o banho de sol têm que ser respeitados, já que o filtro não confere 100% de proteção à pele.

 

 

FONTE: http://bebe.abril.com.br/materia/protecao-solar-para-bebes

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23
dez

A história do bom velhinho




O personagem que deu origem à crença no Papai Noel e as lendas que envolvem as roupas, os personagens e as tradições natalinas.

 

O verdadeiro Papai Noel

Barba branca e comprida, roupa vermelha, gorro na cabeça, um recheado saco de presentes nas costas e um olhar doce e acolhedor - quem é que nunca sonhou em flagrar esse personagem entrando pela chaminé, na noite de Natal? Hoje em dia, crianças dos quatro cantos do planeta acreditam em Papai Noel, mas foi só no século IV que sua história se tornou conhecida.Quem deu origem à famosa lenda foi o bispo Nicolau - mais tarde cultuado pela Igreja Católica como São Nicolau de Mira. "Ele vivia na região da Lícia, na atual Turquia, e era conhecido por ser um homem muito bondoso. Praticava muita caridade, mas preferia o anonimato", conta Evaristo de Miranda, autor do livro Guia de Curiosidades Católicas (Editora Vozes) e diretor do Instituto Ciência e Fé, de Curitiba, no Paraná.

 

E, tal como o Papai Noel das histórias de hoje em dia, São Nicolau tinha o costume de carregar um saco cheio de presentes. "Ele saía pelas ruas distribuindo para crianças e adultos", diz o pesquisador. O bondoso bispo Nicolau deu origem a muitos costumes envolvendo a figura do Bom Velhinho. É o caso da tradição de colocar uma meia na chaminé, na expectativa de que ela amanheça recheada com algum presente.

"Tudo começou com uma moça turca que queria muito se casar e, por ser de uma família muito pobre, não podia oferecer um dote ao seu pretendente", explica Evaristo. Sabendo dessa dificuldade, São Nicolau resolveu ajudá-la doando três sacos de moedas de ouro. Adivinhe o que o bispo fez para entregar o dinheiro? "Ele resolveu jogar as moedas pela chaminé, para que o dinheiro ficasse seguro no interior da casa", revela o pesquisador. Coincidentemente, o presente caiu dentro de um sapato que estava ali próximo. Foi por esse motivo que as pessoas passaram a colocar um calçado ou uma meia nesse local da casa, sempre com a esperança de ter uma sorte parecida com a da jovem.

Daí também surgiu outra crença, a de que Noel, sempre discreto, preferiria entrar na calada da noite, sem ninguém vê-lo - e, claro, pela chaminé das casas em vez de bater na porta da frente. São Nicolau de Mira se tornou ainda mais conhecido depois de sua morte, por volta do ano 343, quando vários milagres passaram a ser atribuídos a ele. "Os marinheiros em apuros o invocavam e diziam ter conseguido escapar de naufrágios com a sua ajuda", diz Evaristo. No século IX o bispo passou ser cultuado como santo pelos católicos e se tornou muito querido especialmente nos países do Leste Europeu. Sua história foi transmitida de geração a geração e se disseminou pelo mundo, inspirando a lenda que tanto encanta grandes e pequenos.

 

De Noel a Santa Claus

A história do Bom Velhinho se transformou com o passar do tempo. Cada vez que era recontada, novos elementos eram acrescentados. Veja o significado de cada um deles

 

A roupa vermelha

 

A imagem de um homem idoso, corpulento, trajando roupa vermelha, tem uma origem. "Alguns estudos indicam que essas vestes fazem referência um antigo traje episcopal usado pelo próprio São Nicolau", explica o filósofo e teólogo Francisco Netto, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Essa cor, durante muito tempo, indicava a função de bispo. Já a barba branca e o corpo robusto podem ser interpretados como símbolos de sabedoria e maturidade.

 

O significado do nome

Na França, Santa Claus (uma espécie contração de São Nicolau) passou a ser chamado de Noel. "Vem de Emanuel, que significa 'Deus conosco'", conta o pesquisador Evaristo Miranda. No Brasil, passamos a chamá-lo de Papai Noel devido à influência francesa no século XIX. Já em países de língua inglesa o personagem é mais conhecido como Santa Claus.

 

A casa no Pólo Norte

A lenda de que o personagem vive no Pólo Norte e voa em um trenó conduzido por renas teria surgido em 1889. "Naquele ano um americano escreveu uma história relatando a suposta visita de Santa Claus a seu filho depois de viajar pelo Pólo Norte. E, a partir dos Estados Unidos, a versão ganhou força pelo mundo inteiro", diz Evaristo.

 

Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/a-historia-do-bom-velhinho

 

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12
dez

Como celebrar o primeiro Natal do bebê




Se o bebê acabou de chegar, o Natal vai trazer certamente a magia adicional. O Natal é sempre motivo para celebrar com a família, mas com a chegada de um novo bebê, o Natal ainda tem um toque maisespecial.

Só porque o bebê é pequeno e não compreende o significado do Natal e da família, não significa que ele não possa participar, e que a família não o possa incluir de uma forma especial. Saiba com não esquecer o primeiro Natal do bebê.

Coloque uma meia de presentes para o bebê

O bebê ainda é pequeno, mas já deve ter direito a uma meia personalizada com o seu nome, pendurada na lareira ou na árvore para receber os presentes do Pai Natal.

Decore a árvore com motivos de bebê

Ao pensar na decoração da árvore de Natal, opte por motivos relacionados com o bebê, como pequenos peluches, pequenas meias coloridas de bebê, etc.

Registe tudo

Prepare as máquinas fotográficas e câmara de filmar para registar os momentos em família no primeiro Natal do bebê. Ele merece e a família também. Posteriormente com uma música de Natal de fundo edite o filme, ou as imagens, e crie um vídeo de Natal, para mais tarde recordar.

Crie um álbum de Natal

Para reviver não há nada melhor que as fotografias. Compre um álbum especial para o Natal e tire todas as fotografias que desejar. Depois faça uma seleção das melhores e mais divertidas, com a respetiva descrição, e construa o álbum “O Meu Primeiro Natal”, para mais tarde recordar.

Ofereça uma prenda diferente ao bebê

O bebê nem sempre tem de receber presentes ou brinquedos de marca; pode ter direito a uma prendinha mais simbólica, como um CD de música para bebês, um livro de histórias de Natal, um presente feito à mão pelos pais como um cachecol em tricô.

Escolha um ornamento especial

Para que cada filho tenha um ornamento especial para colocar na árvore de Natal todos os anos, escolha um ornamento especial para o bebê. Este ornamento deverá ser colocado todos os anos na árvore de Natal. No futuro será a própria criança a colocar esse ornamento na árvore.

Faça um cartão de Natal personalizado

Tirem uma fotografia de família com o novo bebê, imprimam num cartão de boas-festas e enviem para toda a família pra desejar bom Natal.

Mantenha as tradições

Todas as ideias que colocarem em prática no primeiro Natal, não se esqueçam de continuar a realizar todos os anos.

 

Fonte: De mãe para mãe >> http://demaeparamae.pt/artigos/como-celebrar-primeiro-natal-bebe

 

 

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21
nov

10 dicas para prevenir doenças com a mudança brusca de tempo




O dia amanhece com o sol a pino. Na hora do almoço, o céu já está cheio de nuvens. No fim do dia, além do frio, começa a cair uma garoa fina. Durante o inverno, a mudança de tempo brusca é comum. E quem mais sofre com essas oscilações na temperatura são as crianças, em especial as alérgicas. Nesta época do ano, o movimento nos hospitais dobra. As principais queixas são tosse, espirro, nariz entupido, conjuntivites e dor de garganta. Segundo Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo (SP), os quadros mais comuns são os recém-nascidos com obstruções nasais e as crianças com resfriados, laringites e quadros alérgicos.

Para ajudar você a amenizar os problemas mais frequentes que costumam aparecer, selecionamos 10 dicas infalíveis do que fazer e do que é melhor evitar. Confira.

=> Dê muito líquido para as crianças;

=> Não leve seu filhos a lugares com aglomeração de pessoas;

=> Evite ambientes fechados;

=> Deixe sua casa ventilada;

=> Cuide da hidratação e alimentação do seu filho; ofereça alimentos leves e saudáveis

=> Lave roupas, edredons, cobertores e casacos que estiverem guardados há muito tempo, porque podem ter acúmulo de poeira;

=> Evite sair com as crianças no fim da tarde porque a queda brusca na temperatura e o sereno são mais intensos nessa hora do dia;

=> Se o nariz do seu filho estiver obstruído, faça higiene nasal com soro fisiológico;

=> Inalação só com soro ajuda a fluidificar a mucosa respiratória caso a criança esteja gripada;

=> Ligue para o pediatra caso perceba algum sinal de desconforto respiratório na criança. E nunca medique o seu filho por conta própria!

Outra fonte: Francisco Lembo Neto, pediatra do Hospital Samaritano (SP)

 

 

 

Fonte: Revista Crescer

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI256142-15150,00.html

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10
out

Ganhadores da Promoção Cultural Dia das Crianças




Lista dos ganhadores dos 04 bonecos Pica-Pau falante!!!

1º ganhadora é Tatiana Santos Oliveira com a frase "Qualidade, Conforto e Carinho são itens clássicos de uma linda história de amor. No momento em que você compra uma fralda pode parecer simples, mas se escolhe a melhor você leva para casa a certeza de que está oferecendo a seu filho algo feito com amor e dedicação é assim que sinto quando compro as fraldas e produtos da Capricho." Parabéns Tatiana, você ganhou 01 boneco Pica-Pau falante!!!

2º ganhadora é Diana Lacerda Batista Pires com a frase "O laço de amor entre meu bebê e Capricho está no sorriso dele ao usar produtos Capricho, pois ele tem a confiança e sabe que só a Capricho cuida bem das crianças. (Capricho, carinho e confiança)". Parabéns Diana, você ganhou 01 boneco Pica-Pau falante!!!

3º ganhadora é Daniela Rodrigues de Oliveira Nacur com a frase "Como prova de amor e o bebê mais sequinho, uso fraldas Capricho com todo carinho!" Parabéns Daniela, você ganhou 01 boneco Pica-Pau falante!!!

4º ganhador é Emerson da Silva Roberto com a frase "A Capricho proporciona ao meu bebê noites sequinhas de sono, conforto, bem estar e alegria com as fraldas Capricho, a número 1 em qualidade e preços." Parabéns Emerson, você ganhou 01 boneco Pica-Pau falante!!!

 

Lista dos ganhadores dos 06 Kits de fraldas e lenços Capricho!

1º ganhadora é a Janaina Aliny Konell Haring com a frase "O Laço de amor entre meu Bebê e a CAPRICHO é ela estar sempre protegida do mesmo modo que está ao meu lado." Parabéns Janaina, você ganhou um Kit de fraldas e lenços Capricho!!!

2º ganhadora é a Polliany Rosa com a frase "Com as Fraldas Capricho meu dinheiro vou poupar, traz conforto e segurança para o meu pequenino poder(ainda mais) mimar.." Parabéns Polliany, você ganhou um Kit de fraldas e lenços Capricho!!!

3º ganhadora é Letícia Monteiro Rosa com a frase "A beleza e o conforto que mantem meu bebê mas sequinho duranto o dia e durante a noite." Parabéns Letícia, você ganhou um Kit de fraldas e lenços Capricho!!!

4º  ganhadora é a Jamilly Moreira Lima com a frase "Nada me deixa mais feliz do que ver meu filho crescendo feliz. Para isso nada melhor do que ele sentir na pele um toque especial se sentindo sempre sequinho e protegido, então eu CAPRICHO em sua proteção usando as FRALDAS CAPRICHO!" Parabéns Jamilly, você ganhou um Kit de fraldas e lenços Capricho!!!

5º ganhadora é a Ennelyane dos Santos Mesquita com a frase "Meu laço de amor entre meu bebê e a Capricho é saber que posso mantê-lo sempre confortável e sequinho, com a garantia de oferecer ao meu bebê sempre o melhor." Parabéns Ennelyane, você ganhou um Kit de fraldas e lenços Capricho!!!

6º ganhadora do Kit é a Andreia Sales com a frase "Criar um laço de amor com meu bebê, é me emocionar com as atitudes mais simples que ele realiza. Um laço de amor, é cair dos meus olhos lágrimas, por vê-lo realizando coisas que pra ele são importantes. Um laço de amor é zelar com a CAPRICHO por seus dias e noites de sono sequinhos e quando mesmo dormindo falo baixinho ao seu ouvido palavras de benção pra sua vida. Eu te amo meu filho." Parabéns Andreia, você ganhou um Kit de fraldas e lenços Capricho!!!

 

Parabéns a todos os ganhadores!!

Obrigada a todos que partiparam e nos acompanharam nessa promoção, continuem nos seguindo que em breve teremos mais e quem sabe você não será o nosso próximo ganhador!?

Até a próxima!!!

 

 

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8
set

Diarréia: cuidado redobrado com os bebês




Bebês bem novinhos, com menos de um ano de idade, são alvos fáceis das dores de barriga. Quando isso acontece, eles ficam sem vontade de comer, se tornam apáticos e fazem aquele cocô bem molinho. A maioria das mamães já sabem o que é isso e sabem que as diarréias podem ser tratadas de modo bem tranquilo.

Para evitar que o problema atinja proporções maiores e então cause prejuízos à saúde do bebê, as mães devem ficar atentas aos principais sintomas da diarréia. Se o bebê sentir dor de barriga, perda de apetite, sentir vontade de evacuar mais frequentemente — e mais, se essas fezes forem líquidas ou semilíquidas e esverdeadas —, apresentar febre e indisposição, é hora de redobrar os cuidados.

Mas por que meu filho está com diarréia? Muitas mães se fazem essa pergunta e as respostas podem ser várias. Segundo os médicos, desde uma alimentação incorreta até uma infecção de ouvido, garganta ou urinário, podem evoluir para um quadro de diarréia. O calor excessivo, intoxicação alimentar — causada por contaminação de bactérias — e infecções intestinais também podem causar diarréias em bebês.

 

Desidratação do bebê

 

A diarréia em si não é perigosa, mas suas consequências podem ser graves. Quando o bebê permanece por muito tempo com essa indisposição, sofre principalmente com a desidratação — um perigo, especialmente para os recém-nascidos. As mães devem ficar super atentas quando os bebês apresentarem boca seca, olhos fundos, moleza, muita sonolência, pouca produção de xixi, pele opaca e choro sem lágrimas. Não hesite em procurar um médico ou um pronto socorro se seu bebê apresentar esses sintomas claros de desidratação.

Como são muito pequenos, dificilmente os especialistas receitam medicamentos para o tratamento da diarréia. Quando existe alguma bactéria causando o problema se abre exceções. Caso contrário o tratamento é reposição de líquidos em volumes pequenos, durante o dia todo. É preciso ter cuidado com a alimentação do bebê nessa fase, até que se recupere. Por isso, os médicos aconselham uma pausa alimentar, exceto o leite materno ou em fórmula. Dependendo do caso se faz necessário tomar soro oral.

 

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista

 

 

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12
ago

Feira ABAD 2011 - Recife - PE




Aconteceu nos dias 8, 9, 10 e 11 de agosto em Recife - PE, a 31º edição da Convenção Anual do Atacadista Distribuidor e Sweet Brazil International, considerado o maior encontro de negócios do segmento na América Latina, com um espaço privilegiado para realizar novos contatos, conhecer os principais lançamentos das indústrias fornecedoras e estreitar o relacionamento entre indústria, varejo, agentes de distribuição e prestadores de serviço. Para o superintendente-executivo da ABAD, Oscar Attisano, essas características somadas à qualidade dos serviços colocados à disposição dos participantes tornam a Convenção Anual um evento internacionalmente reconhecido como “uma feira de negócios, de relacionamento e de resultados". Além do aspecto comercial, visitantes e expositores são também atraídos pela grade de palestras técnicas de alto nível oferecidas pela ABAD, aperfeiçoadas a cada ano.

A Fraldas Capricho foi um dos grandes expositores da ABAD, mostrando novidades e produtos lançados no mercado nesse ano, como a Fralda Pica Pau Baby, lançamento mundial inédito no segmento.

Os quatro dias de feira foram um sucesso, com muitos visitantes. Toda a equipe Capricho, entre diretores, representantes e outros departamentos da empresa, estavam presentes para atender esse público.

Você pode conferir tudo o que aconteceu nas nossas redes sociais e no aqui no site.

SITE:http://www.fraldascapricho.com.br/abad_2011.asp

ORKUT:http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=12899572284295911686&aid=1313133973

FACEBOOK:http://www.facebook.com/media/set/?set=a.160569614019554.39401.100001995481660

YOUTUBE:http://www.youtube.com/watch?v=B5vtbGywlqg&feature=player_embedded

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7
jul

O chá de bebê: a primeira festinha




Não existe festa mais cuti-cuti que o chá de bebê, ou chá de fraldas – como também é conhecido. Isso porque, é nesse momento que a futura mamãe prepara a primeira festa para o tão esperado bebê. Ele nem sabe, mas com certeza sente a emoção dos preparativos. E o mais legal é se envolver nos mínimos detalhes. Foi o que fez o casal Silmara e Everton Tomasi, de Pato Branco, Sudoeste do Paraná.

No convite foi possível notar a preocupação em deixar a festa com a “cara” da Ana Carolina – que  chega ao mundo em julho, mas já tem amor de sobra aqui do lado de fora. Junto com o convite, Silmara presenteou todos os convidados da festa com um saquinho de chá. Depois, indicou as lojas onde cada pessoa podia providenciar os presentes para Ana Carolina. Nesses casos, para evitar “mimos” repetidos, as vendedoras das lojas podem ir riscando cada item que sai, deixando o próximo convidado com menos opções de compra. É um método fácil para ganhar mais presentes diferentes e completar o enxoval do bebê.

Silmara recebeu as amigas na casa de sua sogra, num sábado à tarde. Aliás, a garagem da casa se transformou. As mesas ganharam toalhas brancas com o nome de Ana Carolina bordado pela madrinha – gominhas colocadas em copos sobre as mesmas deram um toque divertido à festa. Cada presente que a filha ganhava, a mãe pendurava num varal improvisado; uma forma singela de mostrar as futuras roupinhas a todos.

Os salgadinhos, tortas, doces e chás foram feitos pelas avós, dona Elza e Varlete. Mas todo mundo ajudou como pode: teve quem encheu os balões cor de rosa e brancos e os pendurou no teto da garagem, quem preparou o som da festa – selecionado especialmente para Ana Carolina -, e ajudou a receber os convidados. Para animar a festa, um bingo movimentou a tarde; e quem trouxe presentes ainda deixou o chá com brindes bem legais e úteis.

Nem preciso dizer que a mamãe foi que mais gostou de tudo, afinal, o chá é uma forma de garantir o primeiro enxoval do bebê e curtir os últimos dias da gravidez com amigos e familiares. Por isso vale a pena investir nessa festinha, que não precisa ter muitos gastos. É um momento especial, e o bebê, lá no aconchego da barriga da mãe, assiste tudo e curte mais do que ninguém. Que graça!

 

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista

 

 

 

 

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2
jun

O sono do bebê




Para mamães e papais, ver o rostinho do bebê na hora do soninho é a melhor sensação do dia. Afinal, depois de muitas brincadeiras, choros e mamadas, dormir é bom para recarregar as energias do filho. Sem falar, que uma criança dormindo está entre as coisinhas mais bonitinhas do mundo. Mas como fazer para que o sono do bebê seja muito prazeroso? A dica dos especialistas é simples: depois de um banho gostoso e de barriguinha cheia leve o bebê para o quarto. Antes de começar o ritual do sono, “converse com seu filho”, brinque com ele um pouco, leia uma história – mas não exagere nos estímulos. Tudo deve ser feito com bastante tranqüilidade, sem agitação, para não tirar o clima de soninho chegando. Evite ao máximo ficar andando pela casa com o bebê ao colo, e se conseguir, deixe as bardas de lado: não o balance para dormir, pois se começar terá que fazer por muitas horas.

Quando perceber que seu filho começou a pegar no sono, coloque-o no berço e fique por perto por alguns minutos- 15 já são necessários. Durante esse tempo é hora da mamãe checar se tudo está bem com o bebê. Caso ele acorde, volte ao quarto e fique por perto mais um pouquinho, mas não o pegue no colo. Pediatras dizem que se as mães se habituarem e fizerem um “ritual do bom sono”, os bebês vão aprender a dormir mais e melhor porque vão sentir, mesmo que inconscientemente, a tranqüilidade transmitida pela mamãe. Ensinar o filho a dormir é uma tarefa fácil se for feita com calma e com a atenção que esse momento merece. Lembrem-se mamães: quando os bebês têm uma noite de sono sossegado, acordam mais felizes e ficam muito mais saudáveis. Bons sonhos a toda a família.

 

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista

 

 

 

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16
mai

Alerta: automedicação de gestantes pode prejudicar mães e bebês




O uso de remédios, muitas vezes, é inevitável. Quando se sente um desconforto ou mal-estar, logo recorremos aos medicamentos para aliviar dores. E durante a gestação não é diferente. No entanto, durante esse período é preciso ligar o sinal de alerta e não esquecer: automedicação é perigoso em qualquer situação, mas durante a gravidez traz riscos para a saúde da mãe e principalmente do feto. Em formação, ainda na barriga da mãe, o bebê não tem os sistemas corporais desenvolvidos e sem capacidade de metabolizar as substâncias ingeridas pela mãe, é alvo fácil dos remédios.

Pensando no bem-estar e segurança das mamães, a maior rede de farmácias do país — a Farmais — resolveu orientar as mulheres, aproveitando a comemoração ao Dia das Mães, dia 8 de maio. O motivo é simples, mas importante: está comprovado que é alto o índice de gestantes que procuram medicamentos sem orientação médica, para aliviar dores e desconfortos da gravidez. Elas se queixam de enjoos, azia, dores de cabeça, nas costas, nas pernas, e acabam comprando remédios para amenizar esses problemas sem o conhecimento do médico.

Segundo Dafne Estevão, farmacêutica responsável pela rede Farmais, as gestantes só poderiam utilizar medicamentos com prescrição médica, quando realmente fosse necessário. “Para as gestantes que já possuem algum tipo de problema de saúde crônico e que utilizam medicamentos de uso contínuo, é pior ainda tomar outros medicamentos sem ter pleno conhecimento das reações que a mistura das substâncias de mais de um remédio podem trazer”, explica Dafne.

A farmacêutica lembra que outro erro comum é achar que o que serve para outra pessoa poderá servir também para mim. Ou seja, muitas grávidas trocam experiências, e quando uma diz que usou “tal” medicamento sem receita médica e teve retorno positivo, a outra acredita que com ela também não haverá problemas. Não é assim que funciona. Somente o médico obstetra saberá se sua paciente pode ou não fazer uso de algum tipo de medicamento. “Cada gravidez tem suas características próprias e não se toma um medicamento só porque ele fez bem a alguém. Essa história de seguir tradições de outras grávidas da família ou de amigas pode trazer muitas complicações”, completa a farmacêutica.

Sendo assim, tome cuidado com a famosa “farmacinha caseira”. Muitos remédios que parecem inofensivos — principalmente os analgésicos — e não devem ser usados corriqueiramente. Por isso, a iniciativa da Farmais em alertar as gestantes é super importante. Lembre-se: seu bebê precisa estar protegido e não merece correr riscos desnecessários. Uma gravidez saudável passa longe da automedicação.

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista com informações do texto enviado por Juliana Marchioretto, da Inédita Comunicação Estratégica para redes de franquias*

 

 

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7
mai

Dia das Mães: dia de ser feliz




Dia das Mães é uma das datas mais emocionantes do calendário. Afinal, é o momento de filhos homenagearem as mulheres mais importantes do mundo: são elas, as mães, que deram a vida e muitas vezes deixaram as suas em segundo plano para se dedicarem à criação de meninos e meninas. E as leitoras do blog sabem: ser mãe, apesar de mágico, não é tarefa fácil. Ser mãe é errar, mas querendo acertar sempre. É achar que não vai dar conta do recado mesmo querendo dar o seu melhor. É ficar acordada à noite inteira mesmo com os olhos fechados, tudo para velar o sono daquele que é a razão de suas vidas: os filhos.

 

Quem já gerou uma vida, ou está sentindo as maravilhas da gestação, entende que ser mãe é realmente uma dádiva. Você se torna, de um momento para o outro, responsável pela felicidade de outra pessoa e tem nas mãos uma missão eterna: guiar e iluminar seus passos. Nenhuma mãe é perfeita apenas porque é mãe, mas certamente é uma pessoa especial, iluminada. Gerar uma vida é mágico.

 

A todas as mamães que acompanham o site das Fraldas Capricho, nossa singela homenagem a essas mulheres guerreiras, a essas mães que aprenderam com o tempo, através de erros, tentativas e acertos, a se transformarem nas pessoas mais importantes da vida de seus filhos. Sem receita, sem manual, sem treinamento: ser mãe é ser pega de surpresa e não querer nunca mais viver em segurança. Mãe que é mãe entende. Parabéns pelo seu dia, que é hoje e sempre. Aproveite para mimar bastante seu bebê, você e ele merecem um dia especial, um dia para ser feliz!

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista

 

 

 

 

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25
abr

Pais de primeira viagem




Para muitos casais, os filhos chegam de “surpresa”, porque nem sempre são planejados. De repente, depois de meses ou anos de namoro, eles se deparam com a notícia: vamos ser papais. E agora? Como agir? Nesses momentos muitas dúvidas e medos passam pela cabeça de todos, mas o jeito é encarar a responsabilidade e se preparar para um dos grandes momentos da vida: o nascimento do filho.

Foi exatamente o que aconteceu com os jovens Adolfo Pegoraro e Beatriz Morgan, ele estudante de Jornalismo e ela de Educação Física. Perguntamos a eles como receberam a notícia de que “estavam grávidos”. A resposta foi a seguinte. “Éramos -  e ainda somos – muito jovens, foi complicado de assimilar a informação. A ficha demorou a cair. A primeira reação foi chorar e se abraçar. Depois, sentamos e começamos a fazer um orçamento familiar em uma planilha. Colocamos nossas receitas e despesas, ignorando qualquer ajuda dos pais, pois não sabíamos como seria a reação deles. Pensamos que, mesmo que não aceitassem, a gente enfrentaria, daria um jeito. Mas depois todo mundo ajudou e ficou tudo melhor”, recordam.

Passado o susto, e o medo que a família não aceitasse – o que felizmente não aconteceu – começou as primeiras emoções. Justamente por não ser uma gravidez planejada, Beatriz e Adolfo apenas souberam que era uma menina no sexto mês de gestação. No início, eles admitem que “foi difícil entender as imagens do ultrassom, tinha que confiar em que o médico dizia”. Mas quando, por fim, souberam que seria uma menina, vibraram com a notícia.

A hora do parto


Apesar de jovens, Beatriz e Adolfo encaram a gravidez com seriedade. Na reta final, decidiram pelo parto normal, com o objetivo de evitar qualquer tipo de cirurgia. A pequena Lavínia, por sugestão do médico, teria nascido dia 19 de agosto, pois já estava prontinha para vir ao mundo. Mesmo assim, o casal preferiu esperar as contrações, que vieram na noite do dia 23.
Lavínia nasceu com saúde e linda às 14 horas do dia 24 de agosto de 2009. Apesar do desejo pelo parto natural, ela chegou ao mundo por meio da cesariana. O pai conta que depois de muita conversa, acharam que foi melhor assim. Mas como a maioria dos casais, especialmente os mais jovens, eles já fazem planos. “Para o próximo, queremos que seja da mesma forma. Hoje a cicatriz praticamente sumiu, os pontos foram muito bem feitos.”


Melhor experiência do mundo


Mas e se o bebê “atrapalhar os planos”, interromper os estudos, adiar os sonhos da juventude? Mesmo com toda a magia do nascimento do primeiro filho, casais jovens enfrentam muitos medos, especialmente antes do bebê vir ao mundo. Adolfo ressalta que antes de Lavínia nascer, eles tiveram certo receio das mudanças. Mas, aos poucos, tudo foi acontecendo naturalmente. “A gente aprendia a lidar com a criança sem perceber. A cuidar. Mas o pai nunca havia pegado um recém-nascido no colo. Foi tudo muito curioso”, lembra Beatriz. No primeiro banho, diz a mãe, “parecia que Lavínia ia se desmontar, de tão frágil. Mas conseguimos nos virar.”

O tempo passou, e nem parece que aquele bebezinho indefeso já está quase uma “mocinha”. Lavínia é uma menina muito obediente, um doce de criança, dizem os pais babões. Ela é extrovertida também e diverte muito a família; e olha que bênção: não é muito de fazer choradeira. Porque os pais são muito jovens e precisam trabalhar, Lavínia começou a frequentar a escola muito cedo, desde os quatro meses de idade. Adolfo acredita que isso tenha ajudado, pois hoje, com um ano e sete meses ela está habituada aos colegas e professores. “Às vezes, ela morde algum colega, tentamos repreender, mas é difícil pegá-la em flagrante. Esses dias um amiguinho revidou e ela chegou com a bochecha vermelha em casa. Mas entendemos que é uma fase, ela está melhorando”, observa a mãe.

Para enfrentar os problemas da educação, não há receitas, e talvez o melhor caminho seja o diálogo. “Conversamos muito com ela, tem dado certo”. O jovem casal é exemplo de que mesmo sem experiência nenhuma é possível aprender e se transformar em pai e mãe com sucesso. Beatriz e Adolfo, claro, contam com a ajuda dos avôs na criação da Lavínia, mas felizmente levam uma vida independente. “A três, e unidos.”
Vale reforçar que Lavínia é fã das fraldas Capricho, ela adora. E os pais também. Adolfo conta que ela é única marca que ele encontrou no mercado que consegue manter a filha sequinha a noite inteira. Além de ser bonita e confortável, claro. “De repente, poderíamos ganhar um kit das Fraldas Capricho. Ficaríamos bem felizes”. Pronto, está dado o recado.


Por Cristiane Sabadin, jornalista

 

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6
abr

Chupeta – vilã ou heroína




Não se pode negar que os bebês ficam uma gracinha usando chupetas. Os bicos, como são chamados, geralmente são aderidos pelas mamães porque acalmam os filhos. No entanto, o uso ou não da chupeta é um tema controverso. Pediatras dizem uma coisa, fonoaudiólogos dizem outro, e ainda, há a opinião dos odontopediatras e ortodontistas.

A odontopediatra Alessandra Cordasso tem sua posição formada sobre o assunto, muitas vezes polêmica entre as famílias e especialistas. Para ela, os malefícios atribuídos à chupeta, de certa forma, são exagerados. “O que realmente pode ser prejudicial é a maneira com que a mesma é usada, ou seja, depende muito da intensidade, frequência, tipo facial. Esse assunto é muito mais complexo do que se imagina”, salienta.

O impulso de sugar já nasce junto com os bebês, é normal. Elas precisam dessa prática para se alimentar melhor e até mesmo para se sentirem melhor, mais protegidas. Segundo Alessandra, a fase oral faz da sucção uma forma de mantê-las mais tranquilas e satisfeitas emocionalmente. Por isso, a odontopediatra não considera tão simples a decisão dos pais de dar a chupeta ou não ao filho. “ É necessário sim, que os pais sejam adequadamente orientados sobre como fazer uso correto da mesma.”

Corretamente então, a chupeta pode fazer parte da rotina do bebê, conseguindo inclusive harmonizar ainda mais a família. Por causa da correria do dia a dia e também pela presença das mulheres no mercado de trabalho, muitas mães não têm mais tanto tempo para os filhos. Amamentam menos e consequentemente colocam em risco a formação de leite materno. Segundo Alessandra, as crianças necessitam da sucção quando bebês para estimulação do crescimento da mandíbula – ao nascer, a mesma é pouco desenvolvida para facilita o parto natural.

Claro, é importante lembrar que a chupeta não realiza o desenvolvimento tão eficiente quanto o peito materno, mas é uma alternativa, diz a especialista. “Crianças que são adequadamente amamentadas no peito não tem necessidade nem fisiológica, nem psicológica de utilizá-la”, informa. A chupeta é indicada quando a criança desenvolve o hábito, por exemplo, de chupar o dedo. É mais fácil deixar a chupeta do que parar de chupar o dedo, alerta Alessandra.

Qual chupeta escolher?

Se a decisão da chupeta for o melhor caminho, é hora de pais e mães prestarem atenção nos modelos corretos. Alessandra afirma que as ideais são as chupetas ortodônticas, lembrando de respeitar sempre a indicação da idade. Não abra mão das chupetas de silicone, são muito mais higiênicas. Outra recomendação importante é deixar os bicos longe dos bebês quando não estiverem sendo usados. “Sem contato direto com a chupeta, o uso será menor e consequentemente também pequena a dependência.”

Contaminar a chupeta é fácil. Por isso não a deixa pendurada em cordinhas no pescoço do bebê, nem deixa que seja passada de mãos em mãos. Se cair no chão então, corra higienizá-la. Alessandra também alerta:  é completamente contra indicado amarrá-las em fraldas, que geram um peso enorme e alterações severas na forma da boca.

Na opinião da odontopediatra, a chupeta não será uma vilã desde que usada da forma correta, quando realmente ela tem indicação. Família sempre informada também é sinônimo de saúde para os bebês. Dessa maneira eles saberão a hora de introduzir e a hora certa de retirar da vida de seus filhos.

 

As alterações e más oclusões que a chupeta pode gerar na boca das crianças vai depender de vários fatores:

*chupetas não adequadas de acordo com formato e tamanho;

* freqüência e intensidade muito grandes, ou seja, uso muito contínuo;

*tendência que criança tenha a ser portadora de má oclusão;

* tipo facial da criança: crianças com face mais longa-dolicofaciais- normalmente são mais propensas a sofrerem alterações dentárias e até esqueléticas pela chupeta, já as de face mais curta –braquifaciais- muito pouco provável que a chupeta possa gerar qualquer tipo de má oclusão;

* idade em que a mesma será removida: aproximadamente aos dois anos, dois anos e meio a dentição decídua, ou seja, os dentes de leite estão todos irrompidos, portanto costumamos orientar os pais a iniciar a remoção a partir de 1 ano, diminuindo consideravelmente a freqüência, para que até os 2 anos a remoção seja completa. Alterações leves que podem ter sido geradas pela chupeta até essa idade ainda são na maioria dos casos reversíveis, devido à maleabilidade que o osso ainda possui. Passada essa idade poderá haver alterações morfológicas no formato da arcada bucal que já não serão revertidas sozinhas, somente com uso de aparelhos ortodônticos.

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista

 

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28
mar

A arte de amamentar




Mãe que é mãe não abre mão de amamentar seu bebê. O leite materno, já se sabe, é o alimento mais nutritivo para alimentar os pequenos. Pediatras afirmam que até o sexto mês de vida, os bebês não precisam de outro alimento para se manter sadios. Além dos benefícios à saúde, a amamentação é uma bela maneira de aproximar mães e filhos. É através do contato com o seio que os bebês sentem o cheiro da mãe, e certamente se sentem protegidos e queridos.

Por isso, o momento da amamentação deve ser sagrado. As mulheres que optam em dar o peito com o leite materno devem lembrar que o ato precisa de alguns cuidados básicos. Para que as mamães possam curtir mais e melhor, os especialistas orientam que elas procurem lugares calmos para amamentar. Geralmente, numa poltrona apropriada, já no quarto do bebê, as mães podem encontrar aconchego para amamentar com tranqüilidade. Sem esses cuidados, a amamentação pode se tornar indolor e desagradável.

Além da escolha do lugar, que deve ser calmo e íntimo, as mães devem prestar atenção aos seios. Apesar dos laços indiscutíveis entre mãe e filho, amamentar pode machucar os mamilos se não houver precauções. Úmidos pelo leite e pelo contato da boca do bebê, que ainda faz a sucção, o mamilo pode sofrer fissuras. Para evitar que isso ocorra, as mamães podem recorrer aos bicos de silicone disponíveis em farmácias e ainda reforçar a pele dos mamilos com cremes específicos e massagens.

Lembre-se também: quanto mais leite, mais chances das lactantes terem mastite. A inflamação das glândulas da mama acontece pelo acúmulo de leite e ocorre com maior frequência no pós-parto. A mastite é bastante dolorida: deixa as mamas endurecidas, quentes e vermelhas. Em alguns casos, medicamentos conseguem reverter a inflamação, no entanto, há casos em que apenas a cirurgia faz a retirada do leite “empedrado” .

Mulheres com muito leite podem evitar a mastite com massagem nos seios embaixo do chuveiro, durante o banho, de preferência com água morna. Assim o leite excedente é retirado. Tomar sol pela manhã, bem cedinho, diretamente nos seios, é outro método bem utilizado.

No mais, com todos os cuidados, amamentar é super saudável e só traz benefícios para o bebê e sua mamãe. Aproveite esse momento que é só seu e de seu bebê com carinho e intimidade. Amamentar é tudo de bom.

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista

 

 

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17
mar

Quartos de bebê: o cantinho dos sonhos para meninos e meninas




Não há nada mais especial na vida de um casal que a chegada de um filho. Mães e pais se preparam para receber o mais novo integrante da família e querem que ele, mesmo tão pequeno, sinta-se acolhido. Neste sentido, o quarto do bebê tem papel fundamental, afinal de contas, é neste local que a criança vai passar boa parte de seus dias. Mas qual a maneira correta de decorar o quarto do bebê? Vale a pena investir numa decoração temática ou o melhor é pensar em algo que dure a infância toda?

Segundo a arquiteta Aline Krupkoski, a primeira preocupação dos pais deve ser a disposição dos móveis no quarto, para depois então pensar nos detalhes. Ainda conforme a arquiteta, é importante conciliar praticidade e beleza com segurança. "Não adianta montar um quarto muito bonito, cheio de coisas, sendo que o bebê pode não se sentir confortável."

Vale a máxima: menos é mais na decoração dos quartos infantis. Para deixar agradável ao bebê, é melhor que a decoração seja simples. Mas isso não significa que o quarto não pode ficar lindo. "As mamães devem investir numa decoração bonita, e lembrar que algumas cores e formas de iluminação beneficiam a criança."

De acordo com a profissional, o sexo é um fator determinante na hora de escolher a cor do quarto. Geralmente as mães optam pelo azul, se nascer menino; e pelo rosa, se for menina. Mas ultimamente novas cores estão aparecendo, entre elas o lilás, o laranja e o amarelo. Para Aline, o importante é que os pais não esquecem: os tons precisam ser claros para deixar os bebês mais tranquilos. "Cores mais fortes, chamadas de estimulantes, ficam bem em quartos de crianças maiores. No caso dos bebês, que passam a maior parte do tempo no quarto, dormindo, cores suaves são mais recomendadas", orienta. Para facilitar a limpeza, o ideal é que as paredes sejam lisas, sem texturas carregadas. Os adesivos são bastante utilizados em quartos de bebê.

Mobília e decoração especial

Além da cama, do bidê e do guarda-roupa, o quarto dos filhos é o local onde eles brincam e se desenvolvem. Por isso, eles precisam ser adequados. Segundo a arquiteta, o local pode ter tapetes, cortinas e ursinhos de pelúcia, contudo, há que se ter cuidados. "Os pais podem optar pelos produtos antialérgicos, ursos, brinquedos e cortinas mais fáceis de lavar. Como o quarto irá estar sempre movimentado, é fundamental adquirir móveis e decoração que podem ser laváveis", salienta.

Na opinião de Aline, o quarto do bebê não será sempre dele. O filho do casal vai crescer e, por isso, mais importante que a beleza é a praticidade do ambiente. "Depois de algum tempo, os pais vão entender que a função tem que predominar, a beleza fica em segundo plano."

Para o quarto de um recém-nascido estar completo, será necessário um berço, uma cômoda - que serve como trocador de fraldas e para guardar as roupinhas -, uma poltrona para amamentação, uma lixeira e iluminação adequada. "A poltrona deve ser deixada perto do berço para facilitar o trabalho da mãe e deixar o meio do quarto livre para mais tarde poder montar neste espaço uma área para brincadeiras", enfatiza.

A iluminação é importante também na decoração deste tipo de quarto, comenta Aline. "Os olhos do bebê são muito sensíveis nos primeiros meses de vida e uma iluminação mal planejada pode incomodá-lo, e ele acaba chorando por não se sentir bem e a mãe nem imagina que é por causa de um detalhe na decoração." Nos quartos infantis, a iluminação mais utilizada é a difusa, através de pendentes ou plafons. "Iluminações pontuais, em lugares estratégicos, como no trocador e perto da poltrona, também são recomendadas.

Quarto estilizado

Criança cresce rápido, e muitos pais reclamam porque precisam trocar de decoração a cada nova etapa da vida dos filhos. Para evitar tantos gastos, a arquiteta afirma que o melhor é mobiliar o local com móveis que possam se adaptar com o passar dos anos. “O berço vira uma cama, o trocador vira um criado; isso facilita a vida dos pais.”

Por isso, segundo Aline, apesar de bonitas, as decorações temáticas - de times de futebol, por exemplo - certamente farão os pais gastarem mais depois, afinal o filho pode crescer e não torcer pelo mesmo time do pai. "Chega uma hora que a criança vai escolher seu próprio estilo de quarto, que vai se adaptar com seu jeito de ser." Mas para quem gosta de estilizar o ambiente, e tem possibilidade de investir num novo quarto mais tarde, fica muito bonito. "Vale quartos de todos os gostos, se o pai é louco por futebol, por corridas de fórmula 1, se a mãe adora a Xuxa; vale tudo."

Por Cristiane Sabadin, jornalista

 

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7
mar

Dia 8 de março - DIA INTERNACIONAL DA MULHER




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22
fev

Exercícios físicos preparam a mulher para um parto saudável




A maioria “esmagadora” das mulheres sonha com a gravidez. Não veem a hora de gerarem um bebê e serem chamadas de “mamães”. No entanto, apesar do momento maravilhoso que só a maternidade traz, muitas têm medo de enfrentar o parto. Talvez as conversas das avós, contando sobre o trabalho das parteiras, ou aquelas cenas de novela onde as mulheres “gritam e choram ao dar à luz”, tenham tornado o grande dia um bicho de sete cabeças; o que não é verdade.

De acordo com o fisioterapeuta Wagner Zancan, exercícios físicos durante a gestação podem ajudar as mulheres a conseguirem um parto sem traumas. Wagner diz, que durante o parto normal, a mulher relaxa alguns músculos e contrai outros, especialmente os abdominais. Para a criança vir ao mundo sem problemas, a mãe precisa coordenar tais movimentos. “Os exercícios que aumentam as forças dos músculos abdominais ou diminuem a resistência dos músculos da pélvis (região inferior da barriga, por onde passa o bebê) reduzem o tempo e a dor do parto. Em alguns casos, o parto normal não ocorre por falta de coordenação desses músculos. Uma criança só nasce em parto normal quando as forças naturais que a empurram para baixo são mais poderosas que as resistências que a sustentam”, informa o fisioterapeuta.

Na opinião do especialista, os exercícios físicos durante a gravidez são fundamentais para a saúde da gestante. Isso porque, quando o trabalho de parto chegar, o processo será mais tranquilo e rápido. Além disso, existe também a questão estética. Durante a gravidez, mesmo com muitos cuidados alimentares, a mulher aumenta de peso, e os exercícios vão auxiliar na conservação do corpo de antes. A barriga cresce, e as dores nas costas da futura mamãe, também. Novamente, diz Wagner, os exercícios são importantes, porque aliviam a sensação de cansaço. “Outros pontos positivos: evitam culotes, flacidez e melhoram a circulação sanguínea. “Quando a grávida pratica atividades físicas tem maior facilidade para recuperar o peso normal após o parto.”

Que mulheres não podem fazer exercícios nessa fase da vida?

Apesar dos benefícios, algumas gestantes precisam evitar os exercícios, ou fazê-los apenas em caso de recomendação médica. É o caso de mulheres com anemia, sangramento, diabetes, hipertensão ou que já tiveram parto prematuro. “É fundamental que todas as gestantes, independente de possuir ou não uma dessas restrições, realizem atividades físicas orientadas e acompanhadas pelo seu obstetra e por um profissional fisioterapeuta ou educador físico responsável”, lembra. Os exercícios mais indicados durante a gestação são os vasocapilares, que melhoram a circulação, contrações dos músculos da pelve, fortalecimentos abdominais (respeitando os períodos gestacionais), relaxamentos musculares, principalmente de coluna lombar e alongamentos. Wagner comenta também que as grávidas podem (e devem) fazer caminhadas sem muito esforço físico, hidroginástica e natação.

Existem exercícios contraindicados?

Sim, existem, afirma o fisioterapeuta. Esportes competitivos como basquete, vôlei, futebol, exercícios aeróbicos de alto impacto, entre outros, precisam ser evitados durante a gravidez, devido às ações hormonais e à retenção de líquidos, as articulações ficam mais frágeis. Por isso, a grávida deve evitar exercícios de alto impacto. No mais, com cuidados e disposição, as futuras mamães podem utilizar dos exercícios físicos para terem um parto tranquilo e seguro. Sem falar que durante os passeios, caminhadas e atividades, o sistemos nervoso também relaxa, e agradece.

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista 

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14
fev

Cuidado com os dentes desde o nascimento




No nascimento do bebê, os pais estão tão encantados com o momento especial, que nem se lembram de certos cuidados que terão que tomar no decorrer da infância do filho. Os dentes, por exemplo, ainda nem fazem parte da vida do bebê, mas é bom lembrar que uma boa dentição começa antes que os dentinhos nasçam.

Segundo Alessandra Cordasso, especialista em Odontopediatria e Ortodontia, ressalta que a dentição é um dos aspectos mais relevantes na saúde geral dos indivíduos. “É através dela que é possível uma alimentação eficiente, com a trituração correta dos alimentos e consequentemente um início do processo de digestão, já que os alimentos corretamente triturados já sofrem ação de ácidos presentes na cavidade bucal, auxiliando assim as atividades estomacais.”

Se dentes saudáveis fazem bem à saúde isso não se discute. Mas, além disso, se deve levar em conta a estética, muito valorizada nos dias de hoje desde a infância. “Com tantos recursos e informações, não se aceita mais a presença de lesões de cárie e as manchas amareladas e esbranquiçadas nos dentes, priorizando assim o aspecto principal da beleza, o aspecto saudável”, comenta a especialista.

Para que uma criança e adolescente tenha os dentes saudáveis, os cuidados devem começar o mais cedo possível, dê preferência, na gestação. De acordo com Alessandra, problemas durante a gravidez como posição uterina, sífilis e rubéola podem ser causas de má-formação congênitas. Por isso, é muito importante a educação das gestantes, comenta. “As futuras mamães precisam prestar atenção em relação à higiene dos próprios dentes e de sua alimentação, pois os “dentes de leite” iniciam sua formação aproximadamente na oitava semana de gestação”, explica.

Sem exageros. Se a mãe não cuidar de seus dentes, pode transmitir problemas para seu bebê que ainda está dentro da barriga. Isso acontece porque no quinto mês se inicia a formação dos primeiros dentes permanentes (incisivos). “Quando a mãe não se protege, o filho pode ter problemas nos dentes, porque estes se encontram em formação e mineralização.”

Fora da barriga, quais os primeiros cuidados?

Depois do nascimento, e bem antes dos dentinhos derem o ar da graça, as mamães já podem fazer as primeiras higienizações. Os cuidados, conforme a especialista, devem iniciar antes do rompimento do primeiro dente. “Além da higiene, outro detalhe importante para prevenir doenças dentárias nos bebês é a amamentação”. Alessandra considera que a saúde do bebê como um todo também é influenciada pela boca. “Sem prevenção e cuidados, a boca é porta de entrada para transmissão de bactérias da cárie e outras doenças.”

Como fazer a limpeza?

Nascidos os dentes, é hora de limpá-los. Alessandra diz que quando houver apenas os dentinhos da frente, a limpeza pode ser realizada com uma gaze ou fralda limpa, umedecida em água fervida ou filtrada. Com as próprias mãos, a mãe pode envolver a fralda no dedo indicador e fazer a higienização com movimentos circulares.

Quando nascem os dentinhos de trás já é hora de comprar a primeira escova de dente do bebê. A partir desse momento, os cuidados devem ser os mesmos até a idade adulta. Mas preste atenção: a escova é para seu bebê, por isso precisa ter a cabeça pequena e ser macia. Não se esqueça de escovar a língua, que geralmente é responsável pelo mau hálito.

Alessandra recomenda também o uso de fio dental logo no primeiro ano de vida. Quando o dente é muito unido se deve passar o fio e em dentes mais separados a fita dental. “Com esses cuidados e a correta orientação e acompanhamento do seu dentista de confiança, a saúde e beleza de seu sorriso estarão garantidos.”

Agora, futuras mamães, é com vocês. Lembrem-se: a saúde dos dentinhos dos bebês começa ainda quando ele está protegido dentro do útero, e só depende de vocês. Mãos à obra.

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista

 

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9
fev

A fala e o bebê




 

Quando o bebê nasce é praticamente inevitável: todos os olhares da família se voltam para ele. Com o passar dos dias e meses, os pais devem continuar “mimando” os filhos, mas também não devem esquecer de prestar atenção em alguns detalhes essenciais que podem prevenir problemas de saúde na infância e no futuro.

De acordo com a fonoaudióloga Alexandra Francischett, a linguagem é muito mais do que o ato motor da fala. Segundo a especialista, desde seu nascimento, a criança cria com sua mãe uma comunicação através de olhares, sorrisos, choro, resmungos e linguagem corporal. “Todas essas ações reagem aos batimentos do coração e da voz”, explica.

Alexandra diz que com essa intenção, o bebê — aos dois meses de vida, aproximadamente — vai aprendendo que seu choro é a principal arma para se comunicar e assim desenvolve choros diferentes, que indicam fome, dor e desconforto. “O desenvolvimento da linguagem se dá muito antes de começar a falar, a criança está habilitada a usar o olhar, a expressão facial e o gesto para comunicar-se com os outros. Tem também capacidade para discriminar precocemente os sons da fala”, ressalta a fono.

Portanto, é possível dizer que o desenvolvimento da linguagem varia de criança para criança, como em qualquer outra área do desenvolvimento. De acordo com Alexandra, a fala propriamente dita começa a surgir com seis meses de idade, quando uma pessoa importante para o bebê é chamada pelo nome, como “mama”, “papa”. “Nessa fase se forma um repertório de até 12 palavras (substantivos), que a criança reconhece e usa.”

 

A chegada das palavras

Entre um e dois anos de vida a criança começa a emitir as primeiras palavras. Contudo, para que isso aconteça de forma natural, meninos e meninas precisam ter razões ou motivos para se comunicar. Isto é: a criança tem de conviver com a família e ser motivada a falar, expressar seus desejos, principalmente com pessoas próximas. “Se os pais aceitarem que a mesma apenas aponte ou choramingue quando quer alguma coisa, essa habilidade lingüística ficará defasada. Sendo assim, será provável que essa criança apresente um atraso no desenvolvimento da linguagem e precise de uma intervenção fonoaudiológica”, informa.

 

Falar com a criança, feito “criança”, faz mal?

Que é bonitinho ninguém contesta. Mas segundo Alexandra, quando o adulto fala de forma infantilizada ao se comunicar com crianças, pode atrapalhar o desenvolvimento da linguagem dos pequenos. O motivo é simples: os diminutivos tornam as palavras mais longas e de difícil percepção de alguns sons. “Isso sem falar nas palavras pronunciadas ou repetidas erradas, que serão ouvidas e processadas auditivamente pela criança de maneira incorreta, promovendo possíveis trocas fonêmicas na fala”, explica a fono.

Para a especialista, as trocas fonêmicas na fala da criança devem ser sanadas antes que a mesma inicie o processo de alfabetização. A chegada à escola deve desenvolver a aprendizagem da escrita, assim, a criança está mais apegada ao auditivo e menos no visual. “Se falar errado vai transcrever as trocas. Exemplo: fala da criança (tasolo= cachorro); a escrita vai ficar: tassolo.

Segundo Alexandra, para a linguagem expressiva se desenvolver adequadamente, faz-se necessário a criança desenvolver progressivamente sua consciência a respeito da sua linguagem oral. “Quando algo neste caminho não dá certo, a criança poderá apresentar desvio fonológico, que se não trabalhado antes do período da alfabetização acarretará possíveis problemas na aprendizagem escolar desta criança.”

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista

 

 

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4
fev

Gravidez e animais de estimação. O que fazer?




Muitas famílias se renderam aos benefícios da companhia de um animal de estimação. Sendo assim é comum encontrar cães e gatos que se transformaram em filhos e filhas dentro do lar. Mas quando a mulher fica grávida, o que fazer? É saudável ou não ter contato com animais dentro de casa?

O veterinário José Carlos Zanella, da clínica veterinária Planeta Bicho, diz que o contato com cães e gatos faz bem à gravidez, salvo alguns cuidados especiais. “A mulher grávida não pode, por exemplo, ter contato direto com a área onde os bichos fazem suas necessidades fisiológicas. Essa tarefa deve ser feita por outra pessoa”, enfatiza.

Outra recomendação importante é manter o cão ou gato sempre limpo e com a carteira de vacinação em dia. Segundo o veterinário, animal vacinado não traz riscos de doenças nem às gestantes nem a qualquer pessoa – fora aquelas que tenham algum tipo de alergia a pelos, principalmente. O problema, conforme Zanella é causado pelas crendices de muitas pessoas, que não associam a convivência entre ser humano e animal de forma saudável. “Quando a família já tem um animal de estimação e a mulher engravida não é necessário afastá-lo da futura mamãe. Muitos médicos assustam os casais dizendo que esse contato não fará bem à saúde da gestante e do bebê, mas a ligação é positiva”, salienta.

Vale lembrar, de acordo com o veterinário, que a convivência com animais de estimação faz bem quando a posse é voluntária. Por isso, se a família tem cães e gatos, sinal de quem gosta de bichos. Então quando a gravidez acontece não é preciso fazer de conta que eles não fazem mais parte do grupo. Zanella diz ainda que o bebê possa sentir o contato com os animais ainda na barriga da mãe, e quando chegar ao mundo terá mais facilidade em conviver com bichos do que outras crianças.

Animais de estimação também fazem bem ao sistema imunológico. Motivo pelo qual muitos bebês que moram com cães e gatos têm menos problemas alérgicos, por exemplo. “Além disso, a convivência entre recém-nascidos e animais pode melhorar a comunicação e especialmente socializar o bebê com outras crianças e bichos”, acrescenta o veterinário.

Para as futuras mamães que lêem esse blog, fiquem tranquilas. Salve aquelas exceções que apenas seu médico poderá lhe explicar, ter animais de estimação próximos nesse período é recomendável. Claro, desde que cães e gatos sejam saudáveis e queridos no lar que logo receberá um novo integrante, bem especial: o bebê.

 

Por Cristiane Sabadin, jornalista.

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3
fev

Fraldas Capricho cuidando com carinho de mamães e bebês




Fabricar fraldas é a especialidade da empresa Capricho que se consolidou no mercado há 35 anos. O trabalho de investir nas confecções de produtos de qualidade é a principal característica da equipe, mas a Capricho vai, além disso, e transforma a fabricação das fraldas num elo entre mães e bebês. No site da Capricho as famílias vão encontrar notícias sobre a evolução do bebê durante a gestação e depois do nascimento. Vamos trazer também informações sobre os primeiros anos de vida do bebê e como as mamães podem viver a maternidade de maneira mais feliz e tranqüila.

A partir de hoje, em pequenos textos como esse, a mãe, esposa e jornalista Cristiane Sabadin vai trazer para as mamães, papais e todos da família que acompanham o site Fraldas Capricho, matérias e depoimentos de pessoas que entendem de maternidade, ou que apenas passaram pelos mesmos problemas e emoções que todas nós, que já somos mamães. Esse blog pretende ser um ponto de apoio para a discussão de assuntos que parecem simples, mas que fazem a diferença na vida de quem, de repente, se vê apaixonadamente responsável por um bebê.

Eu sou Cristiane, mãe do João Pedro, um menino lindo e sapeca de oito anos, que me fez aprender muito mais que quaisquer outros desafios. Ser mãe é certamente uma das melhores e mais audaciosas experiências de vida. É hora de reaprender os mistérios da maternidade junto com essa equipe especial das Fraldas Capricho, que cria seus produtos pensando na ligação forte que existe entre mamãe e seus bebês. Uma ligação difícil de explicar com palavras, mas fácil de perceber.

Por Cristiane Sabadin, jornalista.

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